fbpx

PIB Curitiba despede-se de Cleusa Piragine

Vítima de doença autoimune, ela morreu nesta quarta-feira, aos 63 anos

 

Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos
ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus,
por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!
Efésios 3.20,21

 

Ela ensinou uma igreja inteira a se colocar de joelhos na presença de Deus. Nos
mais de vinte anos em que esteve presencialmente nos cultos da Primeira Igreja Batista de
Curitiba, Cleusa Ferreira Piragine dirigia os momentos de oração sempre citando Efésios
3.20,21, trecho que se tornou referência para toda a congregação.
Os versículos foram vividos na prática por ela. Cleusa nunca se conformou com o “mais ou
menos”. Se é para o Senhor, dizia, precisa ser o melhor, o mais excelente, o mais bonito.
Se é assim que Deus nos trata, o mínimo que podemos fazer é retribuir. Foi com isso em
mente que ela conduziu diversas áreas da igreja, como o infantil, a educação cristã, a ação
social e a equipe de oração, entre tantas outras atividades que exerceu direta ou
indiretamente.

Professora, formada em Música Sacra, chegou em Curitiba há 33 anos, vinda da
cidade de São Paulo, com os filhos Michel e Kelly ainda pequenos. Ao lado do marido, o
pastor Paschoal Piragine Júnior – a quem chamava, carinhosamente, de “Paixão” –,
participou ativamente das ações que prepararam a igreja para um crescimento em fé,
estrutura física e relevância.

Para alguns, ela é a Tia Cleusa, que os viu crescer e os ensinou valores para a
vida. Para outros, a irmã que deu apoio e conforto, intercedendo para que Deus afofasse a cama dos doentes.

Tantos outros a viam como referência de conduta, humildade,
dedicação e devoção. Foi também o olhar atento que viu detalhes a serem aperfeiçoados
durante a construção do templo da igreja.

Na última década, Cleusa enfrentou uma doença autoimune que reduziu sua
mobilidade e a forçou a se afastar do dia a dia da igreja. Ao menos fisicamente, porque ela
acompanhava toda a programação online e mantinha-se alerta para que tudo o que fosse
feito agradasse ao Senhor.

No recado em que comunica a despedida, a família lembra a todos que Cleusa
“encontrou o Senhor e Salvador da sua vida”. Também cita que ela foi exemplo de fé e
coragem e deixa uma imensa saudade e um legado de amor e serviço. “Nossos corações
estão completamente partidos, mas eternamente gratos por termos convivido com ela, o
amor encarnado. Ela continuará a viver todos os dias, em cada um de nós!”
Deixa a mãe, Raymunda Moura Ferreira (a dona Cotinha), o marido Paschoal, os filhos
Michel e Kelly, a nora Silvana, o genro Leandro e os netos Benício, Nina, Nicolas e
Henrique. Deixa também uma comunidade de 15 mil membros, agradecidos pela sua vida
e pelos seus feitos.

Um culto de ação de graças por sua vida será realizado na quinta-feira (26), às 12
horas, na Primeira Igreja Batista de Curitiba, na Rua Bento Viana, 1200. Devido às
restrições impostas pela pandemia de Covid-19, é necessário agendamento prévio pelo
site www.pibcuritiba.org.br/agendamento. Os cultos serão transmitidos pelas redes sociais
da igreja e pela Rede Super de Televisão (canal 31.1 em Curitiba).

Imprensa

Para mais informações e atendimento entrar em contato com:
Thais Vieira
thais.vieira@pibcuritiba.org.br
41 99902-3477 (whatsapp)

Recepção de autoridades:

Para mais informações, atendimento, confirmação de participação e
reservas entrar em contato com:

  • Pr Edson Murcia (líder do Ministério de Integração)
  • Diego Viana (Auxiliar do Ministério de Integração e Recepção)

diego.viana@pibcuritiba.org.br
41 99154-9561 (whatsapp)
41 99844-7356 (whatsapp)

Homenagem a Cleusa Piragine: