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Intencionalidade Relacional com Filhos

30, mar, 23

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Intencionalidade Relacional com Filhos

Certo homem de meia idade relatava numa roda de bate-papo, que sua filha adolescente resolveu sair de casa para viver sozinha. Pediu ao pai para arrumar um apartamento para ela, e assim foi feito. Reclamava também de que a filha não é apegada a ele, e nem afetiva. Ali estava um lamento sincero de um pai carente de um relacionamento afetivo com a filha agora adulta e mais distante que nunca.

No Evangelho de Lucas está a parábola do filho pródigo, um rapaz diferente do irmão mais velho. Esse caçula, era frio, calculista, parece que não era muito apegado ao trabalho e à família. Era cheio de idéias e sonhador. Por isso,  pediu ao pai dinheiro da herança que lhe cabia e aventurou-se no mundo. Um bom tempo depois, tendo perdido tudo, completamente desaventurado a ponto de não ter acesso sequer a uma alimentação sadia, viu-se obrigado a voltar para casa, onde foi recebido pelo pai misericordioso, até com festa, o que não agradou ao irmão.

Maus sentimentos afloram até em ambientes festivos

O rapaz mais velho chegou do trabalho, viu a festança dedicada ao irmão descabeçado, ficou revoltado e não queria entrar em casa. Estava determinado a mostrar sua insatisfação. Lucas relata (Lucas. 15:28–31 NVT) que o pai decepcionado saiu para o pátio de entrada da casa e insistiu com o primogênito para que entrasse mas este, por sua vez, esbravejou: “Todos esses anos, tenho trabalhado como um escravo para o senhor e nunca me recusei a obedecer às suas ordens. E o senhor nunca me deu nem mesmo um cabrito para eu festejar com meus amigos.”

O desabafo do filho mais velho

O filho que se dizia fiel ao pai nunca conversou sobre o ocorrido, nunca manifestou seu sentimento rancoroso. Com essa ferida interior, manteve-se em casa fisicamente perto do pai, mas distante emocionalmente. Esta é uma história que se repete em nossos dias em alguns de nossos lares. Contamos com jovens frios, rebeldes, irrequietos, incompreensivos e alguns violentos e desafeiçoados, mesmo morando em casa de seus pais.

Que podemos fazer? Há possibilidade para mudanças?

O caminho é difícil, mas podemos iniciá-lo com um passo de fé na busca de soluções, pois Deus tem os melhores propósitos para os filhos, e por eles temos que colocar nossos joelhos no chão. E sugerindo os passos seguintes, o Rede Família quer trabalhar eventuais mudanças nos pais.

Algumas dicas simples e práticas:

Mais diálogos, menos discussões

O fato de termos razão em determinados assuntos, não nos dá o direito de desconsiderar a opinião dos filhos e desrespeitá-los com gritos e ofensas. E em certas situações, agimos assim, até diante de amiguinhos deles. Estimule o diálogo com o próprio exemplo. Rompa a barreira da cara emburrada e do silêncio. Tome a iniciativa do diálogo franco, justo e tolerante.

Nada de ferir para se impor

Como pais evitemos agressões verbais ou físicas. Em família as palavras ferem mais que a vara e podem deixar marcas negativas na personalidade dos filhos, pra vida toda. Em algumas casas as pessoas não se falam. Se gritam. Pior é que nem se apercebem desse péssimo hábito.

Invista no estar junto

Entre outras agendas, priorize sempre o estar com os filhos. Passeie, brinque, pesque, pedale, caminhe, escale montanhas, vá ao cinema, ao futebol e não abra mão de orar e ler a Bíblia com os filhos. Visite mais os quartos deles, nem que seja para puxar uma prosa rápida, mas consequente. Não espere ser procurado. Adolescentes e jovens teem a tendência de se fechar, se isolar. Tome você a iniciativa de sugerir coisas juntos. De falar sobre coisas boas e alegres. E principalmente sobre sentimentos e emoções, e sobre o controle sobre eles.

 

Estimule a vivência congregacional

Dê o exemplo. Mostre-lhes o seu prazer em estar na igreja, mas também leve-os aos cultos e às atividades ministeriais e, sempre que possível, participe das atividades deles e depois faça bons comentários. Temos que acabar com os falatórios negativos sobre a pregação do pastor ou sobre o mau gosto de alguns irmãos e algumas irmãs vestirem-se. Afinal vamos à igreja para sermos cada vez mais exemplares, como Cristo. Não é verdade?

Invista em seus filhos, sejam eles comportados ou não. Não desista.

Augusto Zeferino – jornalista colaborador do Rede Família

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